2020 será o ano para investir no mercado imobiliário

Foto: Cazeca Lifestyle / Construtora ZP Empreendimentos

Após cinco anos de crise e euforia na economia brasileira, o mercado imobiliário começou a dar sinais de melhora e retomou o seu crescimento. Segundo o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), a construção civil movimentou cerca de R$57,7 bilhões em 2018, resultando em um aumento de 33% se comparado com 2017.

Além do PIB, os anúncios de taxas de juros mais baixas para o mercado foram um dos fatores que trouxeram uma visão mais “positiva” por parte dos investidores da construção civil. Em São Paulo, a pesquisa do Sindicato de Habitação (Secovi-SP) mostrou que houve um aumento de 26,7% em unidades construídas na cidade.

Investir em apartamentos no médio e longo prazo
Segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o país irá demandar a construção de 14 milhões moradias até 2025, acelerando o mercado imobiliário dentro de 5 anos, ou seja, a oportunidade de vender ou disponibilizar um imóvel para locação está próximo.

O período ideal para investir no mercado imobiliário é nesse biênio que irá iniciar, 2020/2021, visto que a moeda brasileira segue desvalorizada, o que acarreta a redução do valor de casas e apartamentos. Após, com a demanda em ascensão por novas moradias, os valores devem subir e o lucro sobre o imóvel irá aumentar, consequentemente.

Alto padrão é a bola da vez
O setor imobiliário de luxo mostrou um aumento de 142% em 2018 na construção de novos empreendimentos, se comparado no ano anterior, segundo o Secovi-SP. Além disso, as vendas apresentaram um saldo positivo no mercado, sendo 92% maior que em 2018.

O mercado de luxo não está bom somente para quem constrói, mas para quem vende também. Segundo estudo feito pelo Secovi-SP, a revenda de imóveis de médio e alto padrão aumentou. O público tem buscado unidades maiores com 100 m² a 200 m², que custam a partir de R$800.000,00. Segundo o Cresci-SP, 57% dessas transações de imóveis foram à vista.

Fonte: Infomoney, Portal Terra e Valor Econômico.

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